Fã que é fã se emociona, reclama, elogia, aplaude, comenta, veste a camisa, chega cedo pra guardar lugar na fila quilométrica. Isso tudo aconteceu na maioria dos cinemas, no último 15 de julho, durante o fim da saga Harry Potter. Mas em meio toda essa empolgação, também foi clima de despedida arrancando lágrimas seguidas de soluços dos apreciadores da obra – tanto bibliográfica quanto cinematográfica - que igual a vida real tem começo, meio e fim.
“Relíquias da Morte – Parte 2”, último filme do bruxinho mais famoso do mundo, Harry Potter, criado pela escritora britânica J. K. Rowling, apesar de ter algumas passagens mais aceleradas, talvez por causa do pouco tempo disponível da película, não decepciona e causa uma sensação de missão cumprida.
Na telona não faltam as batalhas épicas com ótimos efeitos – que nem parecem fantasia – muito parecidas com as descrições do livro, belas fotografias, algumas cenas melancólicas – entre elas imagens somente de Harry (Daniel Radcliffe), Hermione (Emma Watson) e Rony Weasley (Rupert Grint) com as mãos entrelaçadas, nitidamente emocionados, dando adeus aos espectadores e também deles próprios.
Superação
Toda aquela enrolação na Parte 1, que foi muito mais longa e mal amarrada/costurada, foi superada nesse final que ganhou mais dinamismo e conseguiu encerrar cada história convincentemente, com requinte de cuidados, resgatando realmente a essência de toda a produção envolvida, além dos diálogos ganharem bastante qualidade. Muita gente criticava Daniel Radcliffe, dizendo que ele não era bom ator, mas nesse filme ele conseguiu superar o desafio com competência – sabendo que tudo dependia muito mais dele.
Revolução
A saga foi encerrada com chave de ouro e sem sombra de dúvida revolucionou o mundo a indústria cultural, pois com o sucesso veio o lucro e na bagagem de uma década - com oito filmes e sete livros e centenas de produtos - foi arrecadado trilhões de dólares, sendo a franquia mais lucrativa da história - principalmente da sétima arte - superando “James Bond” e "Stars Wars". E essa máquina de fazer dinheiro ainda continuará rendendo, pois a Warner Bros relançará em 3D todos os filmes do Harry Potter - em períodos limitados - nos cinemas e posteriormente em Blu-ray.
“Relíquias da Morte – Parte 2”, último filme do bruxinho mais famoso do mundo, Harry Potter, criado pela escritora britânica J. K. Rowling, apesar de ter algumas passagens mais aceleradas, talvez por causa do pouco tempo disponível da película, não decepciona e causa uma sensação de missão cumprida.
Na telona não faltam as batalhas épicas com ótimos efeitos – que nem parecem fantasia – muito parecidas com as descrições do livro, belas fotografias, algumas cenas melancólicas – entre elas imagens somente de Harry (Daniel Radcliffe), Hermione (Emma Watson) e Rony Weasley (Rupert Grint) com as mãos entrelaçadas, nitidamente emocionados, dando adeus aos espectadores e também deles próprios.
Superação
Toda aquela enrolação na Parte 1, que foi muito mais longa e mal amarrada/costurada, foi superada nesse final que ganhou mais dinamismo e conseguiu encerrar cada história convincentemente, com requinte de cuidados, resgatando realmente a essência de toda a produção envolvida, além dos diálogos ganharem bastante qualidade. Muita gente criticava Daniel Radcliffe, dizendo que ele não era bom ator, mas nesse filme ele conseguiu superar o desafio com competência – sabendo que tudo dependia muito mais dele.
Revolução
A saga foi encerrada com chave de ouro e sem sombra de dúvida revolucionou o mundo a indústria cultural, pois com o sucesso veio o lucro e na bagagem de uma década - com oito filmes e sete livros e centenas de produtos - foi arrecadado trilhões de dólares, sendo a franquia mais lucrativa da história - principalmente da sétima arte - superando “James Bond” e "Stars Wars". E essa máquina de fazer dinheiro ainda continuará rendendo, pois a Warner Bros relançará em 3D todos os filmes do Harry Potter - em períodos limitados - nos cinemas e posteriormente em Blu-ray.
Nota 9,5
